Uganda, a Pérola da África por Yolanda Woeke

Yolanda Woeke, diretora de Vendas e Marketing da Dragonfly Africa, esteve recentemente em uma viagem na vibrante Uganda, um pequeno país localizado na África Central. Embora esta não tenha sido sua primeira viagem ao país, o itinerário foi repleto de atividades inspiradoras cujo relato destacamos a seguir.

A primeira parada foi na área de Murchison Falls, a maior área de conservação em Uganda, com cerca de 381 quilômetros quadrados. Este parque é o lar dos “quatro grandes” – elefante, leão, búfalo, leopardo. A área de conservação é dividida em norte e sul e o magnífico rio Nilo divide ambas as partes. Caindo ao longo de um desfiladeiro rochoso, o rio é literalmente espremido por uma fissura de 7 metros de largura para criar uma cachoeira espetacular, tornando os cruzeiros fluviais uma atividade obrigatória em um safári em Murchison Falls. Para os aventureiros, pode-se caminhar até as cataratas, para algumas das vistas mais deslumbrantes.

A próxima parte do itinerário foi o Queen Elizabeth National Park, que é dividido em duas partes. Myewa está na Península e, curiosamente, a maior concentração de hipopótamos na África vive nessa região. Myewa é região ótima para o trekking de leões e chimpanzés. No safari deste parque, observa-se búfalos, hienas, hipopótamos, aves surpreendentes, elefantes e até enormes crocodilos do Nilo. Nas palavras da própria Yolanda: “Tudo aqui parece mais imponente e impressionante, os animais são maiores do que na África do Sul ou Oriental”.

O destaque de qualquer viagem para Uganda, no entanto, será certamente o Gorilla Trekking. Localizado no alto das colinas perto da famosa Floresta impenetrável de Bwindi, os gorilas são ferozmente protegidos e o acesso é limitado para preservar os simpáticos primatas para as gerações futuras. Uma estadia mínima de 2 noites é recomendada na região, pois o trekking é uma atividade de dia inteiro. A partida é de manhã e continua até que a família Gorila seja localizada. Isso pode envolver até seis horas de caminhada e por isso os participantes precisam de um certo nível de condicionamento físico. É permitido, no máximo, uma hora para observar os animais (isso é para garantir que os animais não fiquem superexpostos aos humanos) – mas definitivamente vale a pena caminhar e, com certeza, a hora mais rápida, mas mais animadora da viagem.

Para criar seus roteiros na Uganda, África do Sul ou leste africano, entre em contato com os experts da Dragonfly.